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07/02
FIERGS defende necessidade de aprovação do regime de recuperação fiscal
A Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS) reafirmou ontem seu apoio à aprovação do projeto que autoriza o Estado a aderir ao Regime de Recuperação Fiscal proposto pelo Governo, ora em tramitação na Assembleia Legislativa do RS. A entidade foi a primeira a elaborar, ainda em 1989, um diagnóstico da máquina pública e suas estatais, conhecido como “Relatório Sayad”.

A Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS) reafirmou ontem seu apoio à aprovação do projeto que autoriza o Estado a aderir ao Regime de Recuperação Fiscal proposto pelo Governo, ora em tramitação na Assembleia Legislativa do RS. A entidade foi a primeira a elaborar, ainda em 1989, um diagnóstico da máquina pública e suas estatais, conhecido como “Relatório Sayad”.

Nele já se alertava para providências que deveriam ser tomadas. O presidente da entidade, Gilberto Porcello Petry, lembra que de lá para cá, em 29 anos, tudo se agravou e nenhum governo enfrentou a fundo a questão. Para ele o RS chegou a um ponto de não retorno, e se não forem tomadas medidas imediatas o próximo governador poderá enfrentar questões insolúveis, com danos irreversíveis a toda sociedade rio-grandense. Petry entende que não se trata de questão ideológica, nem de projeto de governo, mas de um projeto para o RS.

Daí a importância do voto de cada deputado como decisivo para o futuro dos seus eleitores. “Esperamos que não se deixem influenciar pela minoria barulhenta das galerias, mas pensem no número de cidadãos silenciosos que cada um representa e que é muito maior que os que estarão na plateia,”, acrescentou o presidente. O governador José Ivo Sartori convocou a Assembleia Legislativa para três sessões extraordinárias, na segunda, terça e quarta-feira da semana passada, mas não houve votação.  O projeto que autoriza o ingresso do Estado no Regime de Recuperação Fiscal proposto pelo governo federal seria apreciado nesta terça (6), mas saiu de pauta por medida liminar encaminhada pela oposição. Entre as contrapartidas exigidas pelo projeto estão a privatização de empresas, oferta de ativos como garantias para novos financiamentos, congelamento de salários de servidores e proibição de contratação de funcionários, que acabou sendo flexibilizado com a Assembleia. O projeto inclui também propostas de emenda à Constituição (PECs) que dispensariam plebiscito para as vendas da Sulgás, CEEE e CRM. A mobilização continua.

Fonte: FIERGS


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