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21/10
BALANÇA COMERCIAL REGISTRA CORRENTE DE COMÉRCIO DE US$ 6,266 BILHÕES NA TERCEIRA SEMANA DE OUTUBRO
A balança comercial brasileira registrou superávit de US$ 0,682 bilhão e corrente de comércio de US$ 6,266 bilhões, na terceira semana de outubro de 2020 – com quatro dias úteis –, como resultado de exportações no valor de US$ 3,474 bilhões e importações de US$ 2,792 bilhões.

A balança comercial brasileira registrou superávit de US$ 0,682 bilhão e corrente de comércio de US$ 6,266 bilhões, na terceira semana de outubro de 2020 – com quatro dias úteis –, como resultado de exportações no valor de US$ 3,474 bilhões e importações de US$ 2,792 bilhões. Os dados foram divulgados nesta segunda-feira (19/10), pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do Ministério da Economia.

No ano, as exportações totalizam US$ 166,285 bilhões e as importações, US$ 120,833 bilhões, com saldo positivo de US$ 45,452 bilhões e corrente de comércio de US$ 287,118 bilhões.

Nas exportações, comparadas a média diária até a terceira semana de outubro de 2020 (US$ 887,39 milhões) com a de outubro de 2019 (US$ 889,86 milhões), houve queda de - 0,3%, em razão da diminuição nas vendas em Agropecuária (-17,2%). Por outro lado, houve amento nas vendas de produtos da Indústria de Transformação (+1,9%) e na Indústria Extrativista (7,5%).

A queda nas exportações foi puxada, principalmente, pela diminuição nas vendas dos seguintes produtos agropecuários: Soja ( - 36,6%); Algodão em bruto ( - 25,1%); Animais vivos, não incluído pescados ou crustáceos ( - 53,0%) ; Milho não moído, exceto milho doce ( - 1,3%) e Frutas e nozes não oleaginosas, frescas ou secas ( - 4,9%). Nas importações, a média diária até a terceira semana de outubro de 2020 (US$ 590,78 milhões) ficou -23,7% abaixo da média de outubro do ano passado (US$ 773,97milhões). Nesse comparativo, caíram os gastos, principalmente, com a Agropecuária (- 0,8%), com a Indústria Extrativa ( - 37,5%) e com os produtos da Indústria de Transformação ( - 23,7%).

A queda das importações foi puxada, principalmente, pela diminuição dos gastos com a compra dos seguintes produtos da Indústria de Transformação: Obras de ferro ou aço e outros artigos de metais comuns ( - 80,3%); Óleos combustíveis de petróleo ou de minerais betuminosos, exceto óleos brutos,( - 49,8%); Adubos ou fertilizantes químicos, exceto fertilizantes brutos, ( - 24,4%); Torneiras, válvulas e dispositivos semelhantes para canalizações, caldeiras, reservatórios, cubas e outros recipientes ( - 41,3%) e Partes e acessórios dos veículos automotivos ( - 43,9%).

Em relação à Indústria Extrativista, a queda das importações foi puxada, principalmente, pela diminuição dos gastos com os seguintes produtos: Minérios de cobre e seus concentrados ( - 78,7%); Óleos brutos de petróleo ou de minerais betuminosos, crus ( - 37,8%); Carvão, mesmo em pó, mas não aglomerado ( - 23,4%); Outros minérios e concentrados dos metais de base ( - 81,6%) e Fertilizantes brutos, exceto adubos ( - 36,7%).

Por fim, em relação aos produtos agropecuários, a queda da importação se deve, principalmente, ao Látex, borracha natural, balata, guta-percha, guaiúle, chicle e gomas naturais ( - 48,2%); Pescado inteiro vivo, morto ou refrigerado ( - 22,3%); Milho não moído, exceto milho doce ( - 21,6%); Produtos hortícolas, frescos ou refrigerados ( - 8,8%) e Matérias vegetais em bruto ( - 20,9%).

Fonte: Ministério da Economia


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